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Do protótipo do Lovable ao SaaS

O app que você montou com IA já provou a ideia. A gente lê o código, aproveita o que aguenta e entrega o SaaS que cobra cliente: conta por empresa, permissão checada no banco, assinatura guiada por webhook e backup. Primeira versão no ar em até 10 semanas.

Atualizado em

  1. 1. Inventário e leitura

    Código no seu GitHub, banco e pagamento em contas no seu nome, lista de segredos e integrações. Lemos tudo antes de propor.

  2. 2. Correções urgentes

    O que vaza dado ou dinheiro é fechado no protótipo atual, antes de qualquer reescrita.

  3. 3. Reconstrução por etapas

    Tenant, regras no servidor e cobrança nova em homologação, com uma cópia dos dados e o protótipo ainda no ar.

  4. 4. Virada sem parar

    Migração ensaiada num horário combinado, com caminho de volta pronto e monitoramento ligado.

Investimento

Projetos a partir de R$ 20 mil. O preço final vem fechado na proposta, junto com o escopo e o prazo.

Prazo

Primeira versão de SaaS em até 10 semanas. O prazo da migração vem fechado na proposta, depois de lermos o código e o banco.

Para quem é

  • Fundador que montou o produto no Lovable, no Bolt, no v0 ou no Base44 e já tem cliente querendo pagar.
  • Empresa que validou uma ferramenta interna feita com IA e quer vender para outras empresas.
  • Quem travou num erro que o chat da ferramenta não resolve mais e não sabe o que está por baixo.

Se você está aqui, provavelmente é por isso:

  • O primeiro cliente quer trazer a equipe dele, e o app só conhece usuário solto, sem conta de empresa.
  • Ninguém testou se um cliente consegue ler o dado do outro chamando a API direto.
  • A assinatura é reconhecida pelo e-mail do login e não tem webhook: pagamento que falha ou volta passa despercebido.
  • Cada correção pedida ao chat quebra outra tela, e não existe teste nem ambiente de homologação para pegar antes.

Sem a VTA × com a VTA

  • Sem a VTA

    Login por e-mail, cada usuário dono dos próprios dados

    Com a VTA

    Conta da empresa com vários usuários, convite e dados isolados por cliente no banco

  • Sem a VTA

    Permissão checada na tela: o botão some para quem não pode

    Com a VTA

    Permissão checada no servidor e no banco, mesmo se alguém chamar a API direto

  • Sem a VTA

    Tabelas criadas pelo chat, sem histórico de mudança

    Com a VTA

    Migrations versionadas, índices por cliente e dados de teste separados dos reais

  • Sem a VTA

    Um ambiente só, ninguém olha quando cai

    Com a VTA

    Desenvolvimento, homologação e produção, com logs, alerta de erro e backup testado

O que a gente entrega

Leitura do código e auditoria

Abrimos o repositório e o banco, testamos acesso entre clientes, Row Level Security, segredos no navegador e funções do servidor, e devolvemos os riscos em ordem de prioridade, por escrito.

Conta por cliente

Modelo de dados com tenant: a empresa tem vários usuários, papéis e convites, e um teste automatizado prova que um cliente não vê o outro.

Cobrança de verdade

Assinatura ligada à conta da empresa, webhook verificado e idempotente, inadimplência, troca de plano e cancelamento. Os clientes continuam na mesma conta do processador, sem recadastrar cartão.

Banco e testes

O Postgres do Supabase continua o mesmo e ganha migrations, políticas por cliente e testes nos fluxos de acesso e de cobrança.

Operação no seu nome

Repositório, banco e processador de pagamento em contas suas, deploy repetível, monitoramento e backup testado restaurando de verdade.

  • Next.js
  • React
  • Supabase
  • PostgreSQL
  • Stripe
  • Mercado Pago

Consertar o protótipo ou reescrever?

Depende do que o código permite, e a decisão sai de ler o repositório, não de opinião. Há três caminhos, e o do meio é o que mais indicamos quando o app foi gerado em React com Supabase, porque banco e cobrança atravessam a troca inteiros.

  • Endurecer o protótipo: quando o banco já está modelado por cliente e o código é legível. Entram RLS, segredos no servidor, webhooks e testes.
  • Reescrever a aplicação e manter banco e cobrança: quando o fluxo foi validado, mas a regra está espalhada pelas telas e as permissões são frágeis.
  • Reescrever tudo: só quando o backend está preso à plataforma ou os dados estão fora do seu controle.

O que dá para aproveitar

Quase sempre o fluxo validado, o desenho das telas, os dados que já estão no Supabase e a conta da Stripe ou do Mercado Pago com os clientes dentro. O que costuma ser refeito fica embaixo da tela: modelo de dados, políticas de acesso, cobrança e funções do servidor. O protótipo também barateia o projeto, porque o escopo chega validado por gente real.

Feito de verdade, rodando de verdade

Um SaaS com cliente pagando precisa de dados isolados por cliente, testes e banco que muda sem quebrar. É o padrão da Velify, SaaS de dropshipping por assinatura que construímos (não a partir de protótipo de IA): Postgres no Supabase com Row Level Security por papel, 22 migrations versionadas e mais de 1.400 testes automatizados. O Tikfy, SaaS com IA para afiliados do TikTok Shop, roda em React e Supabase, a mesma base que o Lovable gera.

Dashboard do Tikfy com faturamento do dia, gráfico por hora e produtos em destaque

Tikfy

SaaS para afiliados do TikTok Shop: mineração de produtos virais, geração de imagem e vídeo com IA e editor no browser.

Dashboard do vendedor da Velify com faturamento do período, gráfico por dia, produtos em alta e Spy IA, com os valores desfocados

Velify

SaaS de dropshipping para quem vende no Mercado Livre e na Shopee: catálogo de fornecedores, anúncio pela API oficial, IA e pagamento ao fornecedor por Pix.

Ver todos os projetos entregues →

Perguntas diretas, respostas diretas

Vocês transformam app feito no Lovable em SaaS?

Sim. Lemos o código e o banco, dizemos por escrito o que dá para aproveitar e o que precisa ser refeito, e entregamos o SaaS com conta por cliente, permissões no banco, cobrança por webhook e operação. Vale também para Bolt, v0, Base44 e apps feitos no Cursor.

Preciso jogar fora o protótipo?

Quase nunca inteiro. Fluxo, telas, banco no Supabase e conta do processador de pagamento costumam ser aproveitados. O que mais se refaz é o modelo de dados sem noção de cliente, as regras de acesso e a cobrança.

Quanto custa transformar o protótipo em SaaS?

Depende de quanto da base aguenta, e só dá para saber lendo o código. Depois da leitura, a proposta sai com escopo, prazo e preço fechados. Projetos a partir de R$ 20 mil.

Quanto tempo leva?

Uma primeira versão de SaaS entra no ar em até 10 semanas. Endurecer um protótipo bem modelado é mais rápido; reescrever a aplicação mantendo banco e cobrança leva mais. O prazo vem fechado na proposta.

Qual a falha de segurança mais comum em app feito com IA?

Controle de acesso: um usuário consegue ler ou alterar dado de outro chamando a API direto, porque a checagem só existe na tela. É o primeiro item do OWASP Top 10 2025. Em projetos com Supabase, a causa costuma ser tabela sem Row Level Security.

O código e os dados ficam no meu nome?

Ficam. O primeiro passo de qualquer migração é garantir que o repositório, o projeto do Supabase e a conta da Stripe ou do Mercado Pago estejam em contas suas, e não no de quem montou.

Conta pra gente o que você precisa.

Respondemos no mesmo dia, e a proposta chega por escrito.